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sábado, 31 de julho de 2010

Cubismo - O Erônimo e a Hetaira





quarta-feira, 28 de julho de 2010

Alcançando a Perfeição

O Estudo dos Opostos - O Deus Ser Humano É Perfeito
Filosofia Solucionista (Paghannicismo)

(por Brad Pághanni)
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Os erros são fundamentais em todos os tipos de vida. Para se compreender a diferença entre o certo e o errado é necessário que alguém erre, e depois, com o erro - aprenda. O estudo dos opostos é uma matéria basilar para que o ser humano compreenda o estado da perfeição.


A perfeição não remete exactamente ao que é belo e agradável. A perfeição é um atributo que abrange todos os atributos do planeta. Sem a compreensão dos opostos, não haveria opostos.


Existe também a compreensão adquirida através das analogias. Existe a diferença do certo para o ético, e do errado para o anti-ético. Na visão bruta humana, o roubo é errado. Na visão da compreensão dos opostos, o roubo é anti-ético, porém, existe algo de certo.


Levaremos então para o sentido conotativo e filosófico da palavra.


A existência e a sob revivência são papeis constamente interpretados por todos.


Quando alguém rouba, este mesmo alguém paga pelo o que fez - perante a sociedade e até mesmo dentro de sua mentalidade. Aquele ato o atormenta por ter sido posto em sua educação que o ato respectivo é errôneo.


Não só como o roubo, mas sim, como todos os atributos que são considerados inviáveis para sociedade. Esse pensamento de enquadra em todas as questões referentes a aprendizagem.


A inteligência do ser humano é que faz com que o mesmo entenda o que é inteligente e o que não é. A inteligência cultural é adquirida. A inteligência natural é de nascença.


Logo o ser humano não compreende quando não estuda os opostos.


O certo e o errado é proveniente da compreensão da inteligência cultural. O ético e o anti-éticos estão mais ligados ao mais sentimentalismo do que se possa imaginar.


Logo o erro é uma etapa antecessora do remorso quando se trata de inteligência cultural. Logo o erro é visto como um ato pragmático quando visto na inteligência natural e dedutível.


Então, as guerras humanas são provenientes dessa descompreensão oculta do que é certo, errado - ético e seu contrário.


As religiões pregam a santidade. As regras do homem pregam a boa imagem. Logo a santidade se torna rival da boa imagem, mas ao mesmo tempo, se tornam uniformes, pela descompreensão dos seres humanos com relação ao estudo dos opostos.


Os atributos são actos invisíveis, e sentimentos que são chamados pelos homens de sentimentos, porque o homem não possui a humildade suficiente para dizer que é humilde. Logo a humildade é atarracada com a imagem do errado.


Então, o que poderíamos dizer de uma criança que não tem estrutura familiar precária, e que quando cresce pratica coisas erradas?


Logo o erro se faz presente como extremamente necessário.


Os verbos são os atributos materializados. Todas as essências que o ser humano pode adquirir ou até mesmo descobrir, têm como base a linhagem de pensamento inconsciente da fronteira do certo com o errado.


Quando erramos, a primeira coisa que causa o remorso em nossos corações é o sentimento de querer corrigir aquele erro. Com isso, as acções secundárias ao respectivo erro vêm à tona.


O perdão para com o próximo, geralmente é interpretado pela maioria das pessoas na base da inteligência cultural e adquirida.


Transformemos então o perdão para uma inteligência natural e dedutível.


Será que perdoaríamos um elemento acusado de matar alguém que amamos, sempre nós - baseados na inteligência de nascença?


É difícil, porque o ser humano possui suas filosofias e seus valores sentimentais, que são adjacentes da materialidade, força do movimento e pensamentos e reflexões.


As leis naturais são as bases para as leis inventadas. Na verdade, as leis inventadas pelos seres humanos são formas de compreender na configuração mística e oculta tudo que convém ou não. Mais uma vez, o estudo dos opostos se matém em ênfase. Tudo o que é natural é oposto do que é artificial.
A busca incessante pela compreensão está baseadas nos fatos anteriores e presentes que podem ocasionar o futuro - seja o mesmo da forma que for. É impossível prever o futuro quando não se tem a análise dos ocorridos. A analogia do que acontece agora com o que aconteceu é uma forma de interpretar os dois tipos de inteligência. Logo no futuro há uma solução.
Obviamente, essa solução, seja para todos e quaisquer tipos de eventos, se torna fruto dos estudos dos opostos.
Algo muito importante para o discernimento é o próprio discernimento. Existe o ser e existem os seres. Para o ser, o ser é o ser, e para os seres, o ser é UM ser. Logo o atributo discernimento se torna um verbo. O individual é o atributo berço do verbo diverso.
Na sociologia das compreensões, o individual não pode se expressar sem que não hajam críticas, tanto construtivas como contraproducentes. Logo não entendem que estes opostos em campo de guerra geram a descompreensão e a polêmica de uma coisa tão simples.
Colocaremos então - sempre em evidência o fato de sermos seres falhos e inteligentes. Perante ao erro do próximo, somos capazes de compreender que - com aquele erro, o respectivo aprendeu alguma coisa. Isto de chama vivência.
Quando o ser vive, ele se torna experiênte - na respectividade do que foi vivido. A experiência quando acumulada até a hora da morte é algo único e inalienável, que pode, parcialmente, ser passada para ulteriores através da comunicação e da filosofia analítica.
Quando o ser morre, ele se torna mais único a vivo. A plenitude da sabedoria então, vista no estudo dos opostos - compreende o ser humano como perfeito. O ser humano é Deus.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Arquitetura

História da Arquitetura & Urbanismo - Belas Artes
(por Brad Pághanni - Prof. Extensivo Diplomado de História da Arquitetura e Urbanismo)

Free Workshop - Arquitetura

(obs: você gosta de cultura africana? Então acesse:
www.sociedadecandomblemoderno.blogspot.com)

Introdução

Entende-se história como - a ciência que estuda os acontecimentos, seus efeitos medianos e atuais. A história da arquitetura compreende tudo o que é ligado a edificações em geral. Essas ligações estudiosas e analíticas podem estar anexadas à estética e a saúde de um espaço.


Há muito, a arquitetura vem sendo estudada em diversas ramificações: história, antropologia, moda - entre outros.


Durante vinte e quatro horas, todas as vezes em que nos encontramos em espaço ocupado pelo homem, podemos ter a certeza de que a arquitetura está presente. Tudo o que nós temos, como utensilhos, eletrodomésticos, roupas - possuem traços arquitetônicos, mesmo que não estejam ligados à construção. A arquitetura, muitas vezes se remete aos designers de um modo unânime.


A importância de estudar e compreender a arquitetura - nos leva à cultura antropológica plena. Quando viajamos para algum lugar, que para nós, distinto, através de estudos teóricos da arquitetura, podemos entender melhor as civilizações, cultura e costumes das mesmas, e de muitas outras.


Viajens já realizadas e - uma vez que repetidas, com o estudo da arquitetura, a compreensão se torna ainda mais abrangente.


Para os brasileiros, como, por exemplo, estudar arquitetura é sinônimo de ulteriores compreensões, que geram indagações e por vez, mais compreensões - pois a raiz brasileira está baseada em muitos povos como os europeus, africanos e aborígenes sul-americanos - também chamados de ameríndios.
Basicamente, as grandes potências colonizadoras do Brasil foram Portugal e Espanha. Obviamente, os mesmos trouxeram suas culturas arquitetônicas - que hoje - estão espalhadas por díspares estados.
No início do século XX - começou a imigração japonesa ao Brasil. Com isso, pode-se asseverar que há mais uma cultura a ser estudada. Em São Paulo, podemos encontrar um bairro japonês chamado "Bairro da Liberdade". Lá existe arquitetura japonesa. (ver imagem)
No Rio de Janeiro, podemos encontrar arquitetura portuguesa. (ver imagem)

O conjunto de pedrinhas que podemos ver na imagem anteriormente apresentada, constitui o Calçadão de Copacabana. Tendo origem portuguesa, essa técnica de juntar pedras distintas, formando desenhos ou não - se chama mosaico. Geralmente, no Rio de Janeiro - as construções mais antigas possuem influências de Portugal e Espanha, e estas mesmas construções ter como ponto de ascendência cultural - a época Brasil Colônia - dá-se então o nome "Arquitetura Colonial". Os Arcos da Lapa - são um bom exemplo. (ver imagem)

No Recife, podemos encontrar arquitetura de influência holandesa. A imagem a seguir não é de Recife. É de um prédio no Caribe, mais precisamente em Oranjestad. (ver imagem)

Podemos afirmar com precisão que - a arquitetura holandesa também pode ser considerada colonial, pois - com a invasão de Maurício de Nassau e dos holandeses no Nordeste - em 1630; ou seja, século XVII - o Brasil ainda era considerado colônia.


Na imagem apresentada do prédio em Oranjestad, podemos observar que não há muita diferença arquitetônica em muitos países europeus, com algumas excessões. A arquitetura holandesa é bem parecida com a espanhola e com a portuguesa. O que a diferencia são seus acabamentos pontiagudos. O colorido do prédio é influência caribenha.


No sul do Brasil, podemos encontrar fortes influências alemãs na arquitetura, depois da chegada de respectivo povo em 1824. Não é considerada uma arquitetura colonial, pois, todas as arquiteturas coloniais no Brasil, são compreendidas pelas chegadas de seus respectivos povos entre o ano de 1500 e 1822 - época em que o Brasil foi considerado colônia. (ver imagem)
A imagem anterior - compreende as contruções em Blumenal - Santa Cataria.
Baseados nesses infinitos dados - que geram o universo da arte, começaremos os nossos estudos.

Obrigado.


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Acepção Arquitetônica


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Etimologicamente, a palavra "arquitetura" é o resultado ativo da junção de duas palavras gregas - que se tornaram repectivamente - prefixo e sufixo da palavra em pauta. O prefixo é concernente a "arché" que significa "origem, primeiro" e o sufixo a "tékton" - que significa "construção, edificação".


Arquitetura é a arte de construir, visando os aspectos estéticos e a saúde do espaço - de uma forma corporativa e, ou individual.


Não há mistério no que diz respeito ao conceito de arquitetura. Tal palavra pode expressar a arte de executar a construção, desde o primeiro tijolo até o acabamento, e também, pode expressar um conjunto de arquiteturas díspares ou uniformes, que influenciam em uma civilização e sua cultura.


A arquitetura, por sua vez, abrange outras matérias e ciências como a matemática, tecnologia, economia, antropologia, moda, arte, cultura - entre outros.


A matemática é fundamental por ser a ciência da álgebra e da geometria: elementos básicos para o projeto de uma construção. A tecnologia favorece nas elaborações e construções em prática. A economia, na maioria das vezes, quando se trata de arquitetura urbanística. Antropologia - quando expressa a cultura e história de um povo. Moda, arte e cultura - quando a arquitetura engloba a arte em geral, dando temas às construções e os elementos que as compõe.


A ciência física também pode ser executada pela arquitetura, porém, hoje em dia, a física está mais voltada para engenharia.


Muitos estudiosos afirmam que é impossível definir o conceito de arquitetura uma vez que tal arte engloba praticamente todos os estudos históricos e antropológicos que existem. Esses estudiosos são considerados arquitetos de pensamentos vitruvianos.


Mas o que seria um pensamento vitruviano?


O termo "pensamento vitruviano" vem do arquiteto e engenheiro romano que viveu no século I antes de Cristo - Marco Vitrúvio Polião. Ele afirmava que que a arquitetura era composta por vários fundamentos de diferentes ciências e artes e por isso, seria impossível definir o conceito de arquitetura. O conceito sobre arquitetura, segundo Vitrúvio - era dado de acordo com a cultura e interpretação de cada um, mas - apesar dessa diversidade de pensamentos e conceitos, a arquitetura possui elementares indispensáveis.


Além desse conceito dado por Vitrúvio, tira-se também algumas filosofias. Os cultos de tal idade - geralmente possuíam um "pezinho" na filosofia. Vitrúvio não aplicava a diversidade somente a arquitetura. Ele associava a diversidade a todos os tópicos da vida inteligente.


Com isso, Leonardo Da Vinci criou a figura de um homem com várias sombras dos membros superiores e inferiores - chamado "O Homem Vitruviano" (ver imagem). As sombras dos membros expressam as múltiplas possibilidades e caminhos que o homem tem com a aprendizagem.


Observando a imagem, podemos observar que, em volta do homem possui um quadrado e um círculo. Vendo mais a fundo, podemos reparar no tamanho do homem. As extremidades de seus membros alcançam todos os vetores do quadrado. Isso representa o limite do ser humano - representado por seu tamanho. Por outro lado, o círculo representa o mundo, e, podemos observar através dele, que há sombras dos membros inferiores e superiores que atingem o círculo - que representa o mundo. Podemos notar também que os membros que atingem o mundo estão abertos. Estão esparzidos e mais abrangentes. Os membros limitados pelo quadrado estão fechados e restritos.


Da Vinci quis mostrar com isso a filosofia de Vitúvio aplicada a arquitetura e a outros assuntos.


Como eu havia citado antes, a arquitetura engloba não só a estética, mas também a saúde do espaço. Para isso, o primeiro elemento imprescindível para uma construção é a boa estrutura e a firmeza; características essas denominadas Firmitas. Em segundo plano, todos as edificações, para serem consideradas obras arquitetônicas - devem ter utilidade. Esse requisito é denominado Utilitas. Podemos notar que esses dois elementos da arquitetura correspondem à saúde do espaço. Falando um pouco sobre a estética, temos mais dois elementos que definem a arquitetura. O primeiro elemento estético da arquitetura se chama Decorum - onde se deve obedecer as ordens arquitetônicas. Por último, deve ser belo ao ponto de apreciação. Este requisito se chama Venustas. O nome deste último requisito vem, etimologicamente da Deusa Romana da Beleza: Vênus, também conhecida como Afrodite na cultura grega, Freya, na cultura Nórdica, Turan - na Etrusca, Ishtar, na Mesopotâmica, Inanna, na Suméria e Astarte na cultura Babilônica.
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Arquitetura e Suas Principais Utilidades


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Além dos elementos primordiais da arquitetura, tanto os estéticos quanto os da saúde, a arquitetura possui múltiplas formas de execução, e muitas ocasiões diferentes, para as mais diversificadas finalidades.


A arquitetura pode ser aplicada a uma cidade, comércios e shoppings, casas e prédios, hospitais, hotéis e muitos lugares diferesntes. Para cada local desses, existe um tipo de arquitetura específica. É baseado nesta ideologia que iremos descobrir as funções da arquitetura. Geralmente, o próprio nome já remete ao seu significado. Quando falamos, por exemplo, de arquitetura comercial, podemos ter a ideia que, a organização da faixada, a boa propaganda, organização das prateleiras e mercadorias... Locais estratégicos para caixas e escritórios entre outras características - estamos falando de uma particularidade, ou seja, uma arquitetura e um estudo específico para o comércio. A mesma coisa acontece com a arquitetura industrial, hospitalar, urbanística e etc.


Geralmente, os arquitetos trabalham mais em: escritórios, praças e locais análogos, prédios, cidades e bairros e também - na segurança dos trabalhadores ao executar as obras.


A arquitetura que envolve a segurança do trabalhador está mais inclinada para engenharia, porém, não deixa de ser arquitetura. Esse ramo da arquitetura se chama Segurança do Trabalho. A arquitetura que visa estudar e executar obras para soluções e construções de, e bairros e cidades se chama Arquitetura Urbanística. A arquitetura voltada para prédios, hoje em dia está bastante desenvolvida. Ela estuda o projeto dos prédios de acordo com as condições climáticas e ações da natureza. Com isso, é nomeada de Arquitetura Bioclimática. Esta mesma pode abranger muitos outros locais, porém, sua frequência maior é na execução dos prédios modernos e de grande porte.


A arquitetura que trabalha com a beleza da natureza somada com o urbanismo, ou até mesmo o interior de determinadas construções se chama Arquitetura Paisagista. Nos interiores das construções, geralmente, o profissional que executa concernente acção se chama Designer de Interiores. A arquitetura que trabalha no ramo dos escritórios, e que visa a qualidade de trabalho, saúde e praticidade dos trabalhadores, e também - a estrutura em geral, se chama Arquitetura Corporativa. Existem muitas outras ramificações da arquitetura, que só pelo nome, podemos deduzir sua função, como: arquitetura hospitalar, hoteleira, industrial, mobiliária, imobiliária, ambiental, aeronáutica, luminotécnica, escolar, turística - e mais uma infinidade.


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Divisões Históricas da Arquitetura e Suas Ramificações


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A história da arquitetura vem baseada na essência cronológica, assim como todos e quaisquer tipos de história. Basicamente, a história da arquitetura está inserida no contexto da História da Arte / Belas Artes. Durante o estudo cronológico dessa modalidade, podemos aprender e muito sobre as origens de muitas culturas e costumes.
A arquitetura está presente no mundo desde a época do homem pré-histórico até os dias de hoje.


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Pré-História


Idade Neolítica e Sua Arquitetura

Dizem os estudiosos que a época pré-histórica é compreendida como a época da humanidade antes da invenção da escrita. A partir da origem da escrita, o mundo passou a ter história oficial, através de relatos e textos antiquíssimos.


Na pré-história, logo no final da fase de transição e mutação entre os Homo Habilis, Homo Erectus e Homo Sapiens, as primeiras moradias foram confeccionadas dentro de cavernas. Os homens eram mais rústicos, possuíam mais pelos e dentes maiores - propícios para caça e canibalismo. Eram em geral - nômades, mas suas bases de moradia eram as cavernas.


Logo depois, para se adaptarem as suas necessidades devido à vida nômade, começaram então a construir casas de pedra, bem parecidas com cavernas.


Essa época era compreendida como Idade Neolítica - também conhecida como Idade da Pedra Polida - caracterizada pelo manusio da pedra para construções e frabricação de utensilhos.


Existiam várias formas de construção na idade neolítica, sendo elas, todas quase de pedra. Haviam povos menos orientados com relação a construções, e então - permanesceram com as construções de cabanas, feitas com madeiras, folhas, barro e análogos e também, pele de animais. No, entanto, algumas construções feitas com esses materiais possuiam mais recursos e mais conforto a um construção de pedra.


As contruções de pedra são hoje denominadas por estudiosos de Arquiteturas Megalíticas. O nome "megalítico" vem do grego "mega" ou "megalos" - que significa "grande" + "lithos" - que significa "pedra".


Além da moradia, as construções megalíticas tinham como objetivo, o culto aos Deuses, proteção contra fenômenos naturais e também, ter informações sobre hora e data através da luz do sol e a sombra das pedras.


Da pré-história, podemos ver ainda - várias construções existentes.


Menir - o nome "Menir" - vem do francês, onde "men" - significa pedra grande e "hir" - longa. O menir é um monumento também conhecido como Perafita. É característico por ser um monumento vertical - fincado no chão. (ver imagem)


O Menir possui um formato fálico. Isso porque tal monumento era utilizado para rituais a deuses da fertilidade. Arquitetonicamente, o coletivo de Menir é "Alinhamento" - quando há vários monumentos deste formando uma linha reta.


Cromelech - também chamado de "Cromeleque". Os Cromeleques são caracterizados por conjuntos de Menires, que podem formar círculos, semi-círculos e retângulos. O mais complexo e o mais estudados do Cromeleques se chama "Cromeleque dos Almendres", localizado em Nossa Senhora de Guadalupe - Portugal. (ver imagem)


Dólmen - espécie de monumentos megalíticos também conhecidos como "Antas". Os Dólmens eram utilizados para rituais fúnebres e todos e quaisquer ritos ligados à morte. Sua construção consiste em paredes de pedras verticais, e lajes de pedras horizontais. (ver imagem)


O dólmen da imagen anterior está localizado em Vila da Praia de Âncora - Portugal.


O nome "dólmen" é oriundo de um idioma chamado "Bretão" - uma língua celta, hoje em dia falada na Baixa Bretanha. Seu significado etimológico: "dol" - mesa + "men" - pedra = mesa de pedra.


Taula - o nome vem do "Catalão" - que significa "mesa". Essa construção é caracterizada por três pedras: uma vertical, outra horizontal e outra diagonal. Também eram utilizadas para ceriônias dos mais diversos tipos. Possuem um formato de "T", sendo a horizontal sobre a vertical, e a diagonal apoiando ambas. (ver imagem)


Túmulo Naviforme - também conhecido como "Naveta". Tinha como função o funeral em massa. Não utilizavam nenhum tipo de colante, cimento ou argamassa - e consiste em muitas pedras. O nome dado à construções que se mantém isenta desses tipo de argamassa é Técnica Ciclópea. A Naveta recebe esse nome, devido sua forma de "navio" de cabeça para baixo. Esse tipo de construção pode ser encontrado na Ilha de Minorca - na Espanha. (ver imagem)


Nurague - eram construções troncocónicas que serviam como fortalezas. Remete ao início da idade do bronze. São contruções oriundas da Cultura Nuráguica - da Sardenha - uma ilha do Mar Mediterrâneo. (ver imagem)


Também existem os Castros - coletivo de Nuragues. (ver imagem)


É um tanto difícil encontrarmos imagens de Castros, pois encontram-se em ruínas. No, entanto, seria mais ou menos assim, como na imagem anterior.


Como podemos ver, a pedra foi a principal matéria prima para arquitetura da pré história, mas també, outras como a madeira, peles de animais e folhas também eram materiais usados.


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Antiguidade


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Arquiteturas Sagradas e Militares

Na antiguidade, as principais características das construções eram: a firmeza estrutural e a devoção. Na antiguidade, os povos ainda não tinham uma perspectiva científica que movimentasse uma sociedade. Digamos que eles viviam por viver, ou então, viviam em prol de um ser, que até então, considerado o supremo: Deus.


Essa época foi marcada pelo teocentrismo, ou seja, Deus no centro do universo, e... A aquitetura embarcou nessa linhagem.


Haviam também muitas guerras. Por esse motivo, eram construídas fortalezas em outras construções com características militares.


Poderemos ver então, que a maioria das grandes construções em diversificados povos eram palácios e templos dedicados a seus respectivos deuses.


Os homens que desenhavam essas construções (atuais arquitetos) - eram considerados sacerdotes. Por esse motivo, o Símbolo da Arquitetura: O Esquadro e o Compasso (ver imagem); hoje em dia é utilizado também por sociedades de magia e ocultismo, como os Maçons.


Paralelo a estes seguimentos e pensamentos, a arquitetura se reservou ao espaço humano, onde afirmavam que a natureza era a morada dos deuses, e os tempos eram as moradas do deuses em meio aos seres humanos.


A arquitetura do mundo antigo é basicamente caracterizada pelos povos: egípcios, babilônicos, assírios, sumérios, persas, micênicos, minóicos e etruscos.


- Arquitetura Egípcia - os egípcios tinham sua arquitetura associadas sempre com a religiosidade. A influência religiosa no Egito era muito grande, a ponto de vivos idolatrarem outros vivos como deuses e gênios.


As construções mais famosas de arquitetura egípcia são chamadas de "Pirâmides" (ver imagem).
Até hoje é considerado um mistério, a forma com que foram feitas essas construções, uma vez que - na época - na haviam recursos tecnológicos para tal.
As pirâmides eram construções dedicadas a deuses encantados e a homens grandes considerados deuses. A primeira pirâmide construída no Egito - foi arquitetada por Imhotep - arquiteto, médico e mago. Essa pirâmide teve como objetivo - abrigar o corpo de Djoser - fundador da III dinastia de uma cidade chamada Saqqarah. Depois dessa primeira construção, houveram outras semelhantes de mesma estrutura, feitas então, para abrigar os corpos dos nobres.
Haviam também as Colunas Egípcias. As colunas egípcias podiam ser:
* Palpiformes, ou seja - inspiradas nas palmeiras. (ver imagem de palmeira).
* Papiriformes - com traços de flores de papiro (flor de papiro - ver imagem).
* Lotiformes - quando o capitel representa um ramo de lótus e também, corolas fechadas. O fuste da coluna representa com desenhos, caules atados por um laço.
(ver imagem de colunas egípcias).
Os templos do Egito, geralmente eram inspirados no Deus do Sol: Rá (ver imagem) e eram feitos basicamente em três formas:
* Visíveis, ou seja, por cima do solo, como todas e quaisquer construções tradicionais.
* Hemispéus - quando o templo se encontra parcialmente enterrado.
* Spéus - quando o templo se encontra no subterrâneo.
Os templos também possuíam funções fúnebres. Serviam como túmulos, chamados então de "mastabas" (ver imagem).
Não podemos deixar de mensionar a Esfinge! É uma arquitetura característica do Egito. Sem dúvidas, uma das mais conhecidas do planeta. O monumento representa o corpo de um leão deitado, com cabeça de mulher e asas de águia. Ela representa uma figura mitológica da cultura grega. Segundo os mitos, ela estrangulava as pessoas que não conseguissem decifrar as suas charadas.
Existe um pequeno templo cercado pela maior figura esculpida em pedra calcária do planeta. Esse templo fica entre as patas da Esfinge.
As dimenções da Esfinge é extremamente impressionante: 20 metros de altura, 6 de largura e 57 de longitude. Segundo a etimologia, o nome "Esfinge" vem do vergo Grego "estrangular". (ver imagem)

Arquitetura Babilônica - na antiga Mesopotâmia, podemos encontrar uma arquitetura babilônica muito comum, chamada Zigurate (ver imagem). Para os assírios e babilônios a construção é comum, porém, foi criada pelos sumérios como uma forma de templo sobre tijolos cozidos ao sol. Era caracterizado também por vários andares, geralmente, no mínimo de dois e no máximo de sete. Os andares eram sempre inferiores ao de baixo, seguindo uma ordem decrescente dede a plataforma até seu topo. O acesso ao topo era por meio de rampas de vários formatos. Geralmente em formas de espirais. Somente os sacerdotes tinham acesso ao prédio por completo.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Documentário - O Samba: Um Pé Verde, Outro Amarelo e um Chão Brasil

Um Pé Verde, Outro Amarelo e um Chão Brasil

(por Brad Pághanni)

Introdução


Sem dúvidas, a madrugada nos chama a uma mesa de malandro. Cerveja, azeitonas, salames, tremoços e musicalidade. A boemia brasileira tradicional é basicamente constituída por esses elementos. As feijoadas de domingo são indispensáveis.
Apesar de todos os requisitos, podemos notar que toda essa festividade e alegria tem forte ascendência em um gênero musical, culturalmente reconhecido como genuíno do Brasil: O Samba.
Etimologicamente, no nome Samba vem do idioma quimbundo - de escravos de povos Bantos (Angola, Congo, Moçambique, Zaire e Gabão); que significa "umbigada" ou "choque de umbigos".
Outras teses dizem que "sam" significa "dar" e "ba" significa "receber".
Oriundo de danças africanas, se tornou popular no Brasil do século XIX. Um pé verde e outro amarelo em um chão brasil, remete ao sentido conotativo que - brasil é uma cor; mais precisamente a cor da brasa do fogo. Daí, tira-se a compreensão do título em analogia com os gingados da dança e musicalidade em pauta.
O samba é uma das características brasileiras que fortificam a identidade do país. Altamente cultural e de difícil execução (porém popular), o samba foi reconhecido como Patrimônio Da Humanidade - pela UNESCO.
Nasceu basicamente no Estado da Bahia e migrou junto com escravos para diversos estados como, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Apesar de todas as características e viagens pelo país, o samba se fixou no Rio de Janeiro - por ter sido o local onde teve impulso para seu crescimento.
Nessa viagem pro Rio de Janeiro, os escravos personalizaram suas danças e batuques, que por vez - se homogenizou com outros elementares musicais e culturais, dando origem a vários outros ritmos como Maxixe, Lundu, Polca, Xote - entre muitos outros.
O Rio de Janeiro lançou ao samba uma essência própria - dando algumas novas características a esta musicalidade. Hoje em dia podemos ver os efeitos dessas mudanças, principalmente no carnaval.
Em meados do século XIX, pessoas de diversas partes do país se concentraram no Rio de Janeiro - e lá, mantinham as suas culturas, tais como o samba e o candomblé. Esses povos eram basicamente constituídos por negros, mestiços e ex-soldados da guerra de canudos.
Esse povoamento rápido gerou a preservação de boa parte da cultura negra. Mais tarde, essas pessoas viriam a constituir sociedades distintas, porém com as mesmas raízes, e serem denominados de "favela" - não no sentido pejorativo.
O samba se espalhou pelo país com o movimento do carnaval.
Segundo historiadores, o primeiro samba registrado pela Biblioteca Nacional se chama "Pelo Telefone" - da autoria de Ernesto dos Santos, também conhecido como Donga.





Neesa época, surgiram então muitos outros artistas com o dom da composição sambista. Um desses compositores foi Hertor dos Prazeres, que fez sucesso nacional como um dos pioneiros do samba. Um de seus maiores sucessos - foi escrito juntamente com Noel Rosa, e se chama "Pierrot Apaixonado". Vejam no vídeo a seguir:





Entre outros artistas paralelos desta época, temos Pixinguinha - outro sambista, multi-instrumentista nascido no Rio de Janeiro.
A partir de 1920, surgiram grandes movimentos no Rio de Janeiro que fizeram algumas alterações e que foram motivos de ascendência de algumas escolas de samba. Nesta época explodiram nomes de alguns sambistas já famosos e outros que haviam acabado de adentrar no mundo do samba. Temos como citação - Cartola (Agenor de Oliveira). Vejamos então, um grande sucesso de Cartola, chamado "Alvorada".




O samba se expandia cada vez mais mesmo que ainda visto com preconceito. O principal veículo para tal expansão eram as rádios. E ainda sim com estes preconceitos pelas suas origens negras, mais tarde o samba alcançara o público de classe média.
Existem muitas variações do samba. Independentemente dessas variações, o samba se tornava cada vez mais forte e caracterizava ainda mais a identidade brasileira.
e também ao carnaval. Essa visão é mais utilizada no exterior.
Tal analogia teve ascendência depois do grande sucesso de Ary Barroso - Aquarela do Brasil - que teve progressão na voz de Carmem Miranda e foi levada pela mesma pros Estados Unidos.



O samba se espalhou pelo mundo. Alguns países da Europa possuem escolas de samba. Na Ásia também, sendo que - esta segunda opta pelos sucessos de sambistas antigos.

O samba é comemorado nacionalmente no dia 2 de Dezembro. Inicialmente, essa comemoração começou na Bahia em homenagem a Ary Barroso, por sua primeira viagem a tal estado - justamente no dia 2 de Dezembro. Antes dessa viagem, Barroso havia feito a música "Na Baixa do Sapateiro".
O vídeo a seguir é uma belíssima interpretação de Ney Matogrosso ao som do violão de Raphael Rabello:





O samba é basicamente composto por instrumentos de percursão e outros de corda. Com algumas adaptações e variações, o samba recebeu alguns instrumentos de sopro, como o clarinete e a flauta - entre outros.
Enfim, a grande popularização do samba foi a partir do carnaval. Dos anos 20 até os anos de hoje, surgiram os mais diversos artistas e que fizeram grandes sucessos.
Podemos ver a partir de então, que o Brasil é muito rico culturalmente, e o samba é um dos intrumentos para comunicação dessa rica e vasta cultura - miscigenada de tanta história, estória e inteligência.
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Individualidade & Diversidade - Brad Pághanni
Rio de Janeiro, 14 de julho de 2010 - 03:08am
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Fontes Bibliográficas:
- Texto Próprio de Produção Independente
- Vídeos Youtube
- Imagens - Internet em Geral (autor desconhecido). Caso o autor exija seu nome citado, contactar através do e-mail: paghanni_literatura@ig.com.br. Realmente desconhecemos o autor dessa imagem.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Idiossincrasia

Você é um Idiossincrático?
(por Brad Pághanni)


Podemos dar o exemplo de uma entrevista de emprego. Podemos dar exemplo do primeiro encontro, com una persona que supostamente você irá se apaixonar; e tal por você.
Seja em qual for a ocasião, você costuma adaptar-se a pessoa ou até mesmo à situação para entrar no contexto. Não por falta de personalidade, mas sim, pela capacidade de interpretação e inteligência lógica ou cultural.
Você passa a fazer papel de cartas de baralho. É como se fosse um hobby - jogar com a mente das pessoas e a situação.
Por vez, o mundo passa a ser seu. Você, no seu mundo é o grande analítico de tudo.
Às vezes omite a sua religião e sua sexualidade. Às vezes não. Faz questão de expor, para que fique bem claro quem - superficialmente você é.
O nome dessa sensibilidade é idiossincrasia. A pessoa que possui essa sensibilidade se chama idiossincrático.
É muito importante para pessoas que enxergam o mundo com a inteligência dedutível ser extremamente idiossincrático. Muito mais do que pessoas que enxergam o mundo com uma inteligência cultural e adquirida.
Idiossincrasia é a habilidade de persuadir o atributo persuasão.
Essa habilidade é usada para arte de viver em meio à sociedade, sem deixar de ser você mesmo, mas... Sempre se adaptando às pessoas e situações, com a consciência de bom senso e ética.
Se você se enquadra nessas características, saiba que você é um idiossincrático.
Caso as minhas palavras estejam os embaralhando, saibam que não são idiossincráticos. Os idiossincráticos são os jogadores e não as regras de como se joga.
Pragmatismo e mente aberta são as principais constantes para idiossincrasia.



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Individualidade & Diversidade
CURIOSIDADE E HUMOR

B.B King

O Rei do Blues
(por Brad Pághanni)



O grande Rei do Blues já foi um pobre menino e hoje em dia é considerado um dos maiores guitarristas do mundo. B.B King possui um estilo próprio e que causa o diferencial de tal para os demais guitarristas. Ao contrário de muitos instrumentistas, B.B King prefere usar poucas notas nas horas do solo.
Seu nome verdadeiro é Riley Ben King. Nasceu em Itta Bena, no dia 16 de Setembro de 1925 - em uma plantação de algodão.
King passou a ser um verdadeiro guerreiro a partir dos nove anos de idade, quando colhia algodão para se sustentar. Sem perspectiva de vida, King ganhava na faixa de 35 centavos por dia (Dólar).
Com isso, percebeu que era impossível sobreviver, e passou a tocar nas ruas de seu bairro.
Mais tarde, aos 22 anos de idade, decidiu viajar para Memphis, apenas com a sua guitarra e 2 dólares e 50 cents.
Teve oportunidades de conhecer grandes guitarristas e de gravar seu som em algumas rádios locais.
Com isso, começou a fazer sucesso, e - tocar em bares, hotéis e também clubes de rock e de jazz.
Foi então apelidado de Blues Boy King- de onde surgiu a abreviação B.B King. Logo a fama veio crescendo, e King passou a fazer em média, 250 shows por ano. Mais tarde, as turnês nacionais se tornaram hábitos.
Passou a fazer grandes shows e aberturas, como os 18 consertos dos Rolling Stones em 1969.
No ano seguinte viajou para Libéria, Lagos e Uganda. Para frente, foram muitos países - em diversas partes do mundo, totalizando 90.
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Albuns
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King of the Blues (1960)
My Kind of Blues (1960)
Live at the Regal (Live, 1965)
Lucille (B.B. King álbum)Lucille (1968)
Live and Well (1969)
Completely Well (1969)
Indianola Mississippi Seeds (1970)
B.B. King in London (1971)
Live in Cook County Jail (1971)
Live in Africa (1974)
Lucille Talks Back (1975)
Midnight Believer (1978)
Live "Now Appearing" at Ole Miss (1980)
There Must Be a Better World Somewhere (1981)
Love Me Tender (B.B. King álbum)Love Me Tender (1982)
Why I Sing the Blues (1983)
B.B. King and Sons Live (B.B. King álbum)B.B. King and Sons Live (Live, 1990)
Live at San Quentin (1991)
Live at the Apollo (B.B. King álbum)Live at the Apollo (Live, 1991)
There is Always One More Time (1991)
Deuces Wild (álbum)Deuces Wild (1997)
Riding with the King (B.B. King and Eric Clapton álbum)Riding with the King (2000)
Reflections (B.B. King álbum)Reflections (2003)
The Ultimate Collection (B.B. King álbum)The Ultimate Collection (2005)
80 (album)B.B. King & Friends: 80 (2005)
One Kind Favor (2008)





Bibliografia: Youtube / Wikipédia

Morre Paulo Moura

Músico Paulo Moura Falece

- Individualidade & Diversidade - 13 de julho de 2010
Brad Pághanni



No fim da noite desta segunda-feira [12], morre o nosso grande ídolo da Música Popular Brasileira - Paulo Moura. Aos 77 anos de idade, Moura encontrava-se internado - lutando contra um câncer, na clínica São Vicente - no Bairro da Gávea, zona sul do Rio de Janeiro.
Paulo Moura era muito querido e admirado por muitos músicos de nome. Sua carreira foi brilhante e marcada com quarenta discos, sendo o primeiro, lançado em 1956. Tocou com grandes nomes da música, como Elis Regina, Milton Nascimento e Lulla Oliveira.
Paulo Moura foi um grande compositor, saxofonista, clarinetista e arranjador.
Nasceu em São José do Rio Preto, em 15 de Julho de 1932 e dedicou sua vida a música.
A carreira musical de Moura foi caracterizada pelo grande estilo no Jazz, Samba e Choro. Carreira esta iniciada aos nove anos de idade.
Músico Brasileiro, Paulo Moura também fazia sucesso no exterior, sendo reconhecido pelo Grammy, no ano 2000.
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Suas maiores composições:

"Ao velho Pedro"
"Cadenguê" (com Maria Vasco)
"Dia de comício"
"Diálogo" (Para a Paz Mundial) (com Alex Meireles)
"Dois sem Vergonha" (com Wagner Tiso)
"Domingo no Orfeão Portugal"
"Festas da Xica"
"Fibra" (com Eloir de Morais)
"Folia Nordestina" (com Alex Meireles)
"Guadeloupe"
"Mandrake" (com Wagner Tiso)
"Mulatas"
"Rio Negro" (com Jorge Degas)
"Rio Nocturne" (com Maria Vasco)
"Tarde de Chuva"
"Tempos Felizes"
"Tumbalele" (com Wagner Tiso)
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Discografia:
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(1956) "Moto Perpétuo" - Columbia 78
(1956) "Paulo Moura e sua Orquestra para Bailes" - Sinter LP
(1959) "Paulo Moura interpreta Radamés Gnattali" - Continental LP
(1960) "Tangos e Boleros" - Chantecler LP
(1968) "Paulo Moura Hepteto" - Equipe Novo Esquema LP, CD
(1969) "Paulo Moura Quarteto" - Equipe LP
(1971) "Fibra" - Equipe LP
(1976) "Confusão Urbana, Suburbana e Rural" - RCA Victor LP
(1977) "O Fino da Música" - RCA Pure Gold LP (Com "Canhoto" e seu Regional, Fina Flor do Samba, Raul de Barros e Conjunto Atlântico)
(1977) "Choro na Praça" - Elektra/WEA LP (Com Waldir Azevedo, Zé da Velha, Abel Ferreira, Copinha e Joel Nascimento)
(1977) Altamiro Carrilho, Abel Ferreira, Formiga e Paulo Moura interpretam Vivaldi, Weber, Purcell e Villa-Lobos" - Som Livre LP
(1982) "Consertão" - Kuarup LP, CD (Com Elomar, Arthur Moreira Lima e Heraldo do Monte)
(1983) "Mistura e Manda" - Kuarup LP, CD
(1983) "Clara Sverner e Paulo Moura" - EMI-Angel LP
(1984) "Encontro - Paulo Moura (sax), Clara Sverner (piano), Turíbio Santos (violão) e Olívia Byington (voz)" - Kuarup LP
(1985) "Brasil Instrumental - Sax, Violão, Cello & Trombone" - Kuarup LP
(1986) "Gafieira etc & tal" - Kuarup LP
(1986) "Vou vivendo" - EMI-Odeon LP
(1987) "Quarteto Negro" - Kuarup LP, CD
(1988) "Clara Sverner e Paulo Moura interpretam Pixinguinha" - CBS LP
(1991) "Paulo Moura e Ociladocê interpretam Dorival Caymmi" - Chorus/Som Livre CD
(1992) "Dois irmãos" - Caju Music CD (Com Raphael Rabello)
(1992) "Rio Nocturnes" - Messidor/Continental CD
(1993) "Instrumental no CCBB" - Tom Brasil CD
(1996) "Brasil Musical. Série Música Viva" - Tom Brasil CD
(1998) "Pixinguinha" - Velas CD
(1999) "Mood ingenuo" - Jazzheads CD
(2000) "Paulo Moura visita Gershwin & Jobim" - Pau Brasil CD
(2003) "Estação Leopoldina" - Rádio MEC CD
(2004) "El Negro del Blanco" - Biscoito Fino CD (Com o violonista Yamandú Costa)
Participações em Discos de outros músicos:
(1964) "Edison Machado é Samba Novo" - CBS/Dubas Música LP, CD
(1968) "Discomunal" - Tom Jobim - MIS
(1986) "Cabeça de Nego"
(1987) "Pescador de Pérolas" - CBS LP, CD
(1990) "Noites Cariocas" - Kuarup CD
(1993) "Filmes de Guerra, Canções de Amor" - Engenheiros do Hawaii - BMG CD
(2006) "Samba de Latada" - do forrozeiro pernambucano Josildo Sá
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Paulo Moura Deixou para todos os músicos e simpatizantes a sua arte, poesia, otimismo e talento - que perdurará por toda eternidade.



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Fontes: G1.com / Wikipédia / Youtube

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Dificuldades Para Deficientes Físicos

A Deficiência do Urbanismo
(por Brad Pághanni)



A decisão do governo, foi que todos os prédios públicos facilitassem o acesso aos deficientes físicos. Caso a lei seja descumprida, a multa poderá chegar 10 mil reais por dia.
A dificuldade para os deficientes físicos - aumenta quando não se tem o apoio devido, em adaptações e bons planos urbanísticos e arquitetônicos.
Essa lei faz com que a deficiência do urbanismo reduza de uma forma considerável.
Paralelo a esta atitude, podemos encontrar diversas formas de ajuda para pessoas que têm deficiência física. Projetos sociais ajudam nessa luta.
Vamos acompanhar esse reforço pela matéria de Rede Globo no vídeo a seguir:





Em outras reportagens, podemos ver, por exemplo, a dificuldade que têm os cadeirantes ao pegar transporte coletivo, como os ônibus.
Há muitos lugares que os ônibus são adaptados para cadeirantes, mas outros lugares, como Sepetiba, Santa Cruz e Campo Grande - os três, na zona oeste do Rio de Janeiro, muitas empresas não obedecem ao regulamento.
O vídeo a seguir é uma reportagem da Rede Record e é também uma reportagem antiga. Contudo, iremos apurar o conteúdo da reportagem - falando se o problema foi ou ainda não foi resolvido.





Independentemente da situação atual dos lugares citados na reportagem da Rede Record, podemos afirmar com precisão que o transporte público em Sepetiba não tem todos os ônibus adaptados para cadeirantes. Somente carros da linha S03 - Sepetiba x Campo Grande fizeram essa adaptação.
As linhas 870 - Sepetiba x Bangu, 882 - Sepetiba x Barra da Tijuca e 390 - Sepetiba x Coelho Neto - ainda não possuem essas adaptações.
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Individualidade & Diversidade
Rio de Janeiro, 12 de julho de 2010 - 00:08

domingo, 11 de julho de 2010

Lei Maria da Penha

A Energia Mulheril do Universo
(por Brad Pághanni)

Nota de Introdução - Lei Maria da Penha


As punições a quem agride mulheres - estão garantidas na lei Maria da Penha (N° 11.340 - decretada pelo Congresso Nacional) e sancionada em 7 de agosto de 2006 pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva. A mesma entrou em vigor no dia 22 do mesmo mês e do mesmo ano.
Sobre a lei 11.340:
"Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.
—Lei 11.340"
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Mulher

A mulher é o equilíbrio do universo. É a paz do mundo. É toda compreensão resumida em lábios e olhares meigos. A mulher no sentido geral é o lado femenino de Deus. É a fertilidade da terra. As mulheres são as cores de todas as variações. A mulher é a mãe do antônimo.
A importância do antônimo está na compreensão - onde os seres humanos descobrem o valor do que realmente precisamos. E ainda, damos nota aos pequenos detalhes que poderiam passar imperceptíveis.
Isso porque - a percepção é um dom femenino. O carinho e a observação são os pais dos demais valores. Logo, sem a força mulheril no universo, não existiria DEUS. Não existiria UNIVERSO. Não existiria HOMEM.
Joana - uma grande mulher... Que é conhecida como Dona e Doutora. Há um tempo atrás, ela se encontrava em casa, cuidando de seus três filhos. Seu marido estava em uma viagem de trabalho.
Ao mesmo tempo em que DONA Joana cozinhava, ela prestava a atenção em seus três filhos. Em algumas oportunidades, pegava seu filho caçula no colo e o acalmava, pois era muito bagunceiro. Com isso, DONA Joana precisava vigiar o fogo, segurar seu filho no colo, e logo em seguida atender um telefonema, onde DOUTORA Joana precisava marcar um workshop de arquitetura - sem esquecer dos dados passados para tal, e sem deixar que seus filhos sofressem um acidente na cozinha.
TUDO ISSO DE SALTO ALTO.
Isso é mulher.
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Agressores de Mulheres
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Bater na esposa? Mole! Bater em uma mulher? Mole! Não é verdade? Deve ser isso que se passa na cabeça de um agressor. Algum motivo leva alguém a realizar algo. Sim, esta afirmação é verdadeira. Mas no contexto dos covardes ela se torna uma desculpa. Se torna uma desculpa xucra e esfarrapada porque não consegue manter sua postura e virilidade.
Um homem que bate em mulheres é infeliz. Não reconhece que veio ao mundo por meio de uma mulher. Um homem que bate em mulheres não conhece educação e ética. Não possui sensibilidade e nem atitude. Um homem que agride mulheres é um inútil e fraco, pois, não consegue superar seus objetivos e alcançar seus horizontes. Então, o homem que bate em mulher tenta suprir a sua necessidade de se sentir homem batendo em mulheres.
O único ponto positivo desse contexto é que o homem perde seu título do homem. O homem que bate em mulheres não deve e nem merece ser chamado se quer de "ser". Muito menos humano. Isso porque o "troço" que bate em mulheres deve ser revoltado por ter o seu pênis minúsculo e fino - que não sobe. Adjetivos estes que servem para tal personalidade.
O "traste" que bate em mulheres fede a lixo, não tem moral, é incapaz de fazer alguém sorrir. Este tipo de existência não merece perdão e nem pena. Só se for a de morte.
Um homem que bate em mulheres não deve ter um enterro digno de um ser humano. Isso porque o mesmo saiu de uma mulher e não deve ter a honra de ter seu corpo sujo confortado à terra. Isso porque a terra é mulher, e a mulher é a fertilidade em si. Por vez temos o ciclo mais importante do que todos adjacentes.
Um homem que bate em mulheres é um verme. É uma merdinha, pequenininha, desprezível...
Não tem sal, e muito menos orgasmo.
Tal ser não deve ter capacidade de se sentir com remorso. Cérebro podre não funciona.
Eu, Brad Pághanni, apoio as mulheres, e também a lei Maria da Penha - e reforço minhas palavras quantas vezes for necessário, sem arrependimento ou medo. Sem arrependimento ou medo, porque uma "anta mitológica" que bate em mulheres não deve ter todas as vezes a capacidade de se sentir humilhado. Tudo porque, o "rato" que bate em mulheres é a humilhação em si.
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Pesquisas
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Podemos observar em trechos de Jeferson Ribeiro, repórter do G1 - diretamente de Brasília (07/08/08 - 10h53 - Atualizado em 07/08/08 - 14h06) que:
"A maioria das denúncias (61,5%) é feita por mulheres que sofrem agressões diariamente. Outras 17,8% denunciam serem agredidas semanalmente. Desses relatos registrados pelo 180, 5.879 eram de violência física, 104 foram tentativas de homicídio e 2.278 eram ameaças de agressão. Quatro desses registros resultaram em homicídio. O Distrito Federal é a unidade da federação que mais recebeu denúncias pela central de atendimento. Para cada grupo de 50 mil mulheres, houve 132,8 denúncias. São Paulo vem logo atrás com 96,4 atendimentos por grupo de 50 mil mulheres. A maior parte das mulheres que usam o serviço é negra (37,6%), tem entre 20 e 40 anos (52,6%), é casada (23,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (32,8%).
A pesquisa Ibope/Themis ouviu 2.002 pessoas com mais de 16 anos, entre os dias 17 e 21 de julho, em 142 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos percentuais."
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Individualidade & Diversidade
Rio de Janeiro, 11 de julho de 2010 - 04:22 am







sábado, 10 de julho de 2010

Introdução

Sobre a Idealização


Este blog, idealizado e criado por Brad Pághanni (foto ao lado direito), possui o intuito de estudar e expor a visão dos fatos sociológicos contemporâneos, com diversos temas, dos mais longínquos horizontes. Tem como principal ferramenta para trabalho, a compreensão do poder das palavras. Genericamente, esta ferramenta está inserida no contexto da filosofia, e é chamada de Filosofia Analítica.
Este blog está comportado a filosofia e compreensão sobre os fatos que ocorrem nos mundos sociológico e pessoal, e está baseado na frase O individual é o atributo berço do verbo diverso.
Reflectindo sobre tal frase, temos a ideia que, a individualidade é o principal foco para que haja diversidade. Com os sujeitos seguindo os seus próprios instintos, sempre respeitando os bornes do próximo, se cria então a diversidade.
Cada um possui uma cor, etnia, religião, condição sexual e muitas características que diferem os seres racionais e irracionais. O conceito de que um ser não deve ser igual ao outro é quase que artístico. Na prática, este conceito não é muito bem quisto.
As pessoas se preocupam com o seu visual, sempre no intuito de mostrarem a outras pessoas que estão atualizadas, na moda e ideologias adjacentes.
São essas pequenas observações, que Brad Pághanni expõe em argumento.
Este blog está direccionado a todas as pessoas que possuem paixão pelas ciências humanas. Está direcinado também a todas as pessoas que sentem que seus corações têm um "pezinho" na arte.
Trabalhando em cima da filosofia, antropologia, psicologia e sociologia, sintam-se todos livres a exporem suas opiniões deixando comentários, e seguindo o blog. Seria uma satisfação muito grande. Obrigado.

Textos Já Publicados no Blog:

A Sociedade
* Coletivos & Aglomerados
- Urbanismo
- Saúde
- Educação
- Trabalho
- Segurança

Gestão Social
* Amor e Felicidade

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã"
* A Importância de Amar

Poesia e Filosofia - Brad Pághanni
* O Eu do Meu Ego

O Perdão
*A Arte do Coração Cheio-Lunar

O Valor Material
* Analogia de ser e estar

Postura na Sociedade e o Sofismo
* Moral e Status na Sociedade

A Inteligência
* Definição Sociológica e Existencialista (audio-visual)

Palavras de Sabedoria
* Textos Diversos (diversidade)
- Certeza
- Valorização
- Amor
- Autenticidade
- Sabedoria
- Amizade
- Diferença
- Meditação
- Saber Viver
- Organização
- Solidão
- Não Chore. Aprenda!

Valor Material (para pensar)
* Analogia de Ter e Ser

As São Como é Coisas Elas - As Coisas Como Elas São (para pensar)
* Eu vivo, tu vives, ele vive

O Infinito
* Definição Filosófica e Existencialista (audio-visual)

Artes
* Fotografia

Moda
* História da Moda - A Moda Através dos Séculos
- Roupas Pré-Históricas
- Nômades
- Sumérios
- Egípcios
- Medas
- Persas
- Creta
- Romanos
- Gregos
- Etruscos
- Renascimento
- Século XVII
- Século XVIII
- Século XIX

Musicalidade em Geral
* Música - A Arte das Musas
- Introdução
- História da Música
- Análise Musical
- Estética Musical
- Notação Musical
- Melodia
- Harmonia
- Ritmo
- Altura
- Timbre
- Intensidade
- Duração
- Vídeo de Brad Pághanni - Hoje a noite não tem luar (Legão Urbana)

Vídeos Interessantes
* Entretenimento
- Rio de Janeiro
- Monalisa
- Freestyler - Bomfunk MC's

Tabagismo
* Cigarro: A Droga Mais Potente do Mundo
- Toxicomania e Malefícios
- História do Cigarro
- Impostos e Industrialização

Sexo: Sexualidade na Adolescência
* Conceito de Adolescência
- Puberdade Feminina
- Puberdade Masculina
- Masturbação
- Primeiras Relações Sexuais

Homossexualidade
* Corações Uniformes
- Conceito de Homossexualidade
- Homossexualidade e Bissexualidade na Sociedade
- Casamento Gay
- Primeiras Relações Sexuais
- Antropologia
- Etrevista com Jovem Gay

DST - Doenças Sexualmente Transmissíveis
* O Prazer e Seus Riscos
- O Uso de Preservativos
- Herpes
- Sífilis: primária / secundária / terciária / congênita / decapitada / latente
- Hepatite B
- Cranco Mole
- Gonorréia
- Tricomoníase
- Clamídia
- Linfogranuloma Venéreo
- Condiloma Acuminado
- AIDS

Religião X Ciência
* Evolucionismo x Criacionismo
- Cristianismo
- Judaísmo
- Cultura Ioruba
- Islamismo
- Tradição Nipônica
- Teoria Brâmene
- Budismo
- Espiritismo
- Teoria Suméria
- Teoria Inuit
- Teoria Cosmogônica
- Teoria da Geração Espontânea
- Teoria do Big Bang
- Acepções da Alta Magia

Cultura Brasileira
* Capoeira: A Dança da Guerra
- História
- Mestre Bimba
- Mestre Pastinha
- Imigração da Arte
- Musicalidade

Riquezas do Brasil
* Parques Nacionais Brasileiros
- Parque Nacional da Tijuca

Apostila On-Line de Língua Portuguesa - de Brad Pághanni
* História, Gramática e Fonética
- Origem da Língua Portuguesa
- Alfabeto
- Letra H
- Letra S
- Letra Z
- Letras G & J
- Emprego de X & CH
- Uso Correto das Letras E & I
- Emprego de S, C, Ç, SC, & SS
- Curiosidades
- Por que
- Porque
- Por quê
- Porquê
- Emprego de ONDE & AONDE
- Emprego de MAL & MAU
- CESSÃO / SESSÃO / SECÇÃO ou SEÇÃO
- Emprego de HÁ & A
- Emprego de MAS & MAIS

* Fonética
- Definição
- Dígrafos
- Encontros Consonantais
- Encontros Vocálicos
- Ditongo

A Origem e a Idade Contemporânea em Analogia com o Movimento Pré-socrástico
* Movimento Pré-Socrástico x Idade Contemporânea
- Charles Darwin
- Eugéne Dubois
- Tales de Mileto
- Anaximandro de Mileto
- Demócrito de Abdera e os Atomistas
- Pitágoras de Samos e os Pitagóricos
- Diógenes de Apolônia
- Anaxímenes de Mileto
- Xenófanes de Cólofon
- Heráclito de Éfeso
- Emprdócledes de Agrigento
- Anaxágoras de Clazomena
- Jostein Gaarder
- Eliphas Lévi
- Nosso Cotidiano

Visões Coerentes na Filosofia
* Coerência na Filosofia
- Platão
- Sócrates
- Wittgenstein
- Karl Max
- Filosofia Ocidental

História da Filosofia
* O Nascimento da Mãe de Todas as Ciências
- Filosofia da Arte
- Epistemologia
- Metafísica / Ontologia
- Positivismo
- Crítica

O Poder das Palavras - Filosofia Analítica
* A Compreensão do Poder das Palavras
- Antropologia / Complemento

Existencialismo
* A Importância de Ser Individual
- Conceito de Individualismo
- A Lei no Brasil que Criminaliza a Fofoca
- Social e Anti-Social
- Introvertido e Extrovertido

Em breve estarão textos no blog falando sobre:

- Religião X Ciência - Debate
- Existencialismo - Conceitos na Psicologia
- Individualismo
- Sexualidade: Gravidez Precoce, Prostituição, Saúde, Preconceito e Homossexualismo
- Cultura do Brasil: Capoeira, Samba, Boi-Bumbá, Frevo e Funk Carioca
- Inalienabilidade
- Artes: Música, Dança, Artes Plásticas, Artes Cênicas
- Acepções Etárias: InfÂncia, Adolescência, Fase Adulta, Idosos
- Capitalismo
- Sistemas Educacionais
- Revoltas Históricas do Brasil
- Miscigenação dos Povos: multi-etinia
- Filologia


Quem é Brad Pághanni?

Um jovem , universitário (ciência das linguagens) e polímata, nascido no Rio de Janeiro em 07 de Julho de 1990. Iniciou sua paixão e seu estudo pela filosofia após ser introduzido nas sabedorias e filosofias de tribos africanas, onde se enfatiza muito o contacto do homem com a natureza, natureza com homem, natureza com natureza e homem com homem.
Sua paixão pelas palavras surgiu quando ainda criança. Uma de suas brincadeiras preferidas era sentar em uma cadeira diante a uma máquina de escrever, no escritório da mãe de um amigo e criar estórias; e também, escrever o que via e o que pensava.
Mais tarde, sua paixão pelos humanos e habilidade de observação aumentara com interesse em poesia e letras musicais. Aos onze anos de idade, teve a sua primeira poesia (A Vida é Uma Caixa de Surpresas) publicada em um livro didáctico de língua portuguesa, do Educandário Edith dos Santos.
Aos poucos veio o aperfeiçoamento, com a rigorosa estrutura do Colégio Municipal André Vidal de Negreiros.
Paralelo a isso, Brad Pághanni era submetido a estudos caseiros com sua mãe, a escritora e poeta Mary May - onde fazia diariamente um exercício primário e fundamental, popularmente conhecido como "ditado".
Com o passar do tempo, Pághanni aprimorou habilidades musicais, tornando-se multi-instrumentista. Seus primeiros trabalhos foram como professor de música.
Mais tarde se tornou fotógrafo e se especializou em Fotografia Erótica, História da Arquitetura, Idiomas, Cultura Afro-Religiosa, Pedagodinâmica e Biocombustíveis.
Criador e fundador do movimento Sociedade Candomblé Moderno, sempre lutou pela homogenização de todas as culturas, no intuito de propagar culturas e contribuir com o extermínio do preconceito.
Nos dias de hoje, podemos ver alguns trabalhos em execução como livros, apostilas, blogs dos mais diversificados temas e composições musicais voltadas para o Rock.

Outros Blogs
- Sociedade Candomblé Moderno
- Palácio de Ifá
- PsyBeta - Brad Pághanni Fotógrafo

Poesia e Filosofia - Brad Pághanni 2

Perdão Athena
(por Brad Pághanni)

Às vezes, simplesmente é assim
Fazer a distinção das coisas
E das pessoas
Parece um tanto brutal
Se ao menos eu compreendesse
O que se passa no meu coração
A minha sabedoria plebe
Não teria base
Porque eu gostaria de saber
Sobre tudo o que sinto
E às vezes eu tenho
Uma ligeira sensação de que
Estou como uma boneca
Presa em uma camisa de força
Onde o ciclo que me prende
Se chama narcisismo
E logo então eu me sinto um tanto
Um tanto arrependido
De ter seguido caminhos
Que me levaram a sentir isso
E quando eu sinto que
Não tenho o perdão de alguém
Eu me vejo em uma cela
Mais apertada da qual resido
E eu tento falar...
Eu tento me expressar
Mas dói porque é pesado demais
E logo as pessoas não me compreenderão
Só procuro as letras
E só procuro e procuro
E não sei exatamente pelo o que procuro
Até sei
Mas o meu medo de assumir para mim mesmo
Parece que é maior
Tem tamanho gigante
Porque eu não tenho coragem de me redimir
A quem amo
E pedir perdão
E não tenho a capacidade de começar do zero
Porque as pessoas não entendem que
Eu não entendo como se entende
Eu queria mesmo é me expressar sem ser condenado
Eu queria mostrar alguma coisa
Mas antes, sabendo que as pessoas que amo
Não iriam me condenar pelos meus erros
E então, eu me sinto como uma boneca
Presa em uma camisa de forças
Nas mãos de uma doida menina
Que brinca de sangrar
Acredito que o amor
Seja tão imcompreensível que
Ele é a base oculta do preconceito
E que as pessoas não sabem sobre
Eu gostaria de poder me expressar
Sem que as pessoas que eu amo
Me condenassem
Eu me sinto um eterno réu
Somente uma pessoa não me condena
E essa pessoa me ama demais
Pelo menos eu acho que ainda ama
E este, sou eu mesmo
Não são frases depressivas porque
Eu simplesmente estou expressando
O que vem do meu coração
Eu estou desligado de minha mente
E neste exato momento eu deixo que
As minhas mãos me conduzam
E é assim que eu me sinto mais aliviado
Já que eu não posso utilizar a boca
E muito menos o meu olhar
Porque eu sou tão transparente
Que seria mal interpretado
Devido o fato de ter muitas estrelas
No meu universo
E as pessoas quando vê meu coração
Por um acaso
E obra do azar, só enxergam quando
O mesmo encontra a luz da noite
Uma luz que não ilumina
E que não proporciona rumo
Logo eu digo que não estou sendo ruim
E muito mesmo estou infeliz
Pois eu já me acostumei
Eu acho que só conseguirei me livrar dessa
Camisa de forças
Quando a minha filha reaparecer
Verde e saudável
Jorrando saúde
Ela se chama Athena
E dela eu morro de saudades
E dela eu preciso
Que saudade de minha filha.
Filha... Volta pra mim!
Volta pra mim filha. Eu não cuidei de ti
E deixei que secasse em cima de meu tanque
E você morreu
Mas, planta alguma, por mais bela que
Seja a flor, será como você Athena.
Você não me colocaria em uma camisa de forças
Você não me julgaria por ser o que sou
Você sempre perdoaria as minhas falhas
A minha felicidade está ao seu lado, Athena.
Eu te amo demais
Minha filha.
Minha eterna filinha.
Eu já machuquei tantas pessoas, Athena
Eu já me feri várias vezes com o remorso que sinto
Por tudo que eu causei
E é assim que eu aprendo o valor
Que as pessoas têm
Eu não menoscabo mais ninguém
Eu estou na minha fase mais humilde
E sossegada
Eu não preciso mais da farra
Eu não preciso mais ser tão rico
Eu não preciso mais rir das desgraças
Eu não preciso ser mais brigão
Eu só ainda não entendi o porque de
Precisar do tabaco
Mas precisaria de nada
Eu não precisaria de mais nada
Se soubesse que, você
Minha filha... Minha filha que eu amo tanto
Não tivesse morrido
Voltasse para meus braços
Pros braços de seu pai
Logo então, quando isto não acontece
Eu me sinto como aquela folha que te disse
Uma folha que caiu de seu pé
E que voou para longe
E lá permaneceu até secar
Sem que ninguém mais parece
E admirasse-a na árvore frondosa
Parece que agora estou me sentindo melhor
Mesmo que não tenha conseguido
Expressar exatamente o que sinto
Pois tenho a esperança de que eu
A folinha que caiu da árvore
Como te falei um dia, filha amada...
Ficarei verde novamente
Não sei como
Somente um milagre
E depois de acreditar no principal milagre
Que é fazer com que você viva novamente
E crie um coração para me amar como pai
Eu...
Eu não sei mais o que dizer a não ser
Perdão Athena.

Freestyler - Bomfunk MC's

Esse vídeo é "da hora"! Essa música é um estilo chamado Drum N'Bass. Vale a pena ver o vídeo e escutar essa música.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Homossexualidade

Corações Uniformes
(por Brad Pághanni)

Conceito de Homossexualidade

Há muito, vem se discutindo essa relação - que para muitos ainda estranha. A ciência, a religião e a sociedade em geral analisam muito esse tema, seja na ética, visão social entre outros horizontes.
Mas o que leva a pessoa se apresentar como homossexual para si mesmo e para sociedade? A resposta basicamente ainda não foi encontrada por completo. É muito relativa essa questão. Cada pessoa possui uma criação diferente e um ambiente diferente. São vários os contextos que são estudados para explicação da homossexualidade.
Primeiramente, a palavra "homossexual" - expressa um ser ou uma relação sexual e, ou conjugal entre duas pessoas de mesmo sexo. O prefixo "homo" significa "igual" + sexual = homossexual; assim como, "hetero" significa "diferente" + sexual = heterossexual.
O heterossexual é o ser que possui relações com pessoas do sexo oposto. Isto é, um homem com uma mulher ou uma mulher com o homem. Já o homossexual pode expressar a relação de um homem com homem ou mulher com mulher.
Ainda há também a bissexualidade. O ser que se compreende ou é compreendido como bissexual, possui relações sexuais ou afetivas com pessoas de ambos os sexos, seja mulher ou homem.
O próprio nome já remete à compreensão da palavra, pois o prefixo "bi" - expressa o "dobro", ou o número "dois".
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Homossexualidade e Bissexualidade na Sociedade
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Mais comum do que se possa imaginar. Existem muitos gays, lésbicas e bi que estão entre a sociedade. Frequêntam teatros, escolas, cinemas, boates entre outros locais, mas nem sempre possuem a transparência de sua preferência sexual.
Há um preconceito muito grande em determinados lugares. A influência da Igreja Católica foi a principal promotora para esse decorrer.
Os gays e adjacentes, em determinados lugares, estão ainda, sujeitos a violência, seja ela de várias formas. Já vi pessoas que não se adaptaram a um determinado grupo, como os de escola, porque não se sentem bem com o tratamento que recebem por ser homo ou bissexual.
Já em outros lugares, essa realidade não é a mesma. Os gays em geral são muito bem quisto por muitas pessoas. Não pelo fato de serem vistos como especiais, ou diferentes, mas sim, pelo fato de serem vistos como pessoas normais, que possuem sentimentos e valores, e que também erram, como todos e quaisquer seres humanos.
A diferença de um hetero, homo e bissexual está apenas nos desejos sexuais, que são privados e particulares. São desejos dignos do título inalienável. As pessoas são simplesmente as mesmas. Todos possuem a mesma capacidade de executar bons trabalhos com sucesso, assim como, todos possuem a capacidade de errar, ser bom, ser mau e todos os antônimos.
Socialmente falando, a condição sexual de um ser não interfere em exatamente nada na sociedade. Ou pelo menos, não deveria.
Na faculdade, no emprego, baladas - sempre estaremos sujeitos a encontrar uma pessoa que possuem a condição sexual no contexto gay.
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Casamento Gay
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Em alguns países, o casamento civil entre duas pessoas do mesmo sexo - já está liberado. As pessoas do mesmo sexo possuem o direito de se casar, assim como os heterossexuais, e ainda - ter a guarda de crianças como filhas.
Em alguns países como o Brasil, o casamento de duas pessoas gays no cartório ainda não é permitido. O catolicismo também não é a favor dessas uniões, pelo menos aqui em nosso país. Já em algumas Igrejas Protestantes, o casamento religioso entre duas pessoas gays é visto como normal, pois é uma forma de amar. Os cristãos afirmam que a base do mundo deve ser o amor, e é neste sentido que - o casamento gay na religião é visto como permitido.
Particularmente, acredito que seja um tanto retrógrado se pensar muito nesta questão - uma vez que - existem casais gays que dividem o mesmo lar, compartilham contas, felicidades entre outras responsabilidades que qualquer casal hetero tem ou pode ter.
Só pelo fato de exercerem a arte de viver juntos, o casal gay, na minha opinião - deve sim ter o direito de casamento civil. Seria um tanto injusto dizer que não. Infelizmente a cultura religiosa ainda predomina e estabelece valores morais e sociais dentro de alguns países.
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Homossexualidade na Adolescência
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A adolescência em si para qualquer um é uma fase muito divertida, onde a pessoa se sente livre, pois, não há tantos problemas a serem resolvidos, a não ser os de escola. Excepcionalmente outros problemas para outros casos.
A adolescência pode ser considerada também, uma fase um tanto complicada, pois, é a fase onde a criança começa a ver os princípios da verdadeira responsabilidade.
O adolescente gay é como qualquer outro adolescente. Possui a mesma capacidade tanto para o bem quanto para o mal como todos e quaisquer adolescentes. A diferença é o desejo sexual.
Geralmente, os adolescentes gays assumem o seu desejo sexual para seus pais na faixa dos 16 aos 19 anos de idade, com algumas variações e excessões.
O medo de falar para seus pais sobre a sua opção sexual é muito grande. Essa atitude é feita quando o adolescente já tem certeza de que é aquilo mesmo que ele quer para sua vida. No princípio, por volta dos 12 anos de idade, ele se sente um tanto confuso, mas já começam a aparecer sentimentos e desejos sexuais por outros do mesmo sexo.
Mais tarde esses desejos vão se abrolhando, ficando incontroláveis. A medida em que vai ficando difícil para o adolescente gay entender o que está acontecendo, o mesmo começa a buscar recursos para ver se esse "peso'' na cabeça - se alivia.
O primeiro desses recursos se chama "amigos".
É muito comum os adolescentes gays contar seus segredos primeiramente para seus amigos. Geralmente, quando o menino é gay, ele conta para seu melhor amigo, que também é homem, ou então - acontece o mais clássico: o menino gay conta para sua melhor amiga.
É muito comum ver meninos gays que se relacionam a nível amizade com meninas e não com meninos.
A relação de amizade de um menino gay com outro hetero também não é impossível.
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Primeiras Relações Sexuais
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Na grande maioria das vezes, as meninas preferem esperar o momento certo para ter uma relação, seja ela hetero ou gay. Já os meninos querem correr contra o tempo. No mundo adolescente masculino, é como um troféu perder a virgindade mais cedo. Isso por conta da repressão de outros amigos na sociedade.
Os meninos são muito cobrados entre seus amigos. Sinceramente eu não sei explicar a origem desse movimento. Só sei que, se pararmos para observar, hoje em dia, um menino com menos de dez anos de idade já é cobrado pelos seus amigos - com relação ao beijo na boca e a transa.
Muitas vezes um menino supostamente virgem é motivo de zombação entre seus amigos.
No, entanto, é válido ressaltar que, oitenta por cento dos meninos perderam a pureza sexual com outros do mesmo sexo. Não necessariamente sexo anal, ou, oral... Mas, o acto em si, de experimentar o corpo de outro, com o intuito mais curioso possível.
A perda da virgindade entre meninos não se remete necessariamente à atração, mas sim, a curiosidade.
Muitos se masturbam em dupla ou em grupo. Isso é um ato sexual. Não necessariamente uma transa, mas... A palavra "virgindade" está ligada ao conceito da pureza sexual. A partir do momento em que se executam atividades onde essa pureza é deixada para trás, a virgindade é perdida.
Contudo, esses atos homossexuais não expressam o "ser" homossexual.
Os homossexuais possuem além da atração por outras pessoas do mesmo sexo, a capacidade de se apaixonar por pessoas do mesmo sexo.
Essa é a grande diferença entre estar homossexual e ser homossexual.
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Antropologia
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Uma vez, vi no programa da TV Brasil, aqui no Rio de Janeiro, Canal 32, no programa Sem Censura, um professor chamado José da faculdade, se não me engano - UFRJ dizendo que a origem da prática homossexual, nasceu basicamente na pré-história.
Enquanto os homens saíam para caçar, as mulheres ficavam dentro das cavernas cuidando das roupas, comidas e filhos.
Seria mais ou menos essa a origem da homossexualidade prática:
Os homens e as mulheres por estarem isolados uns dos outros, praticavam relações sexuais entre si. A antropóloga Sulei Couto contradiz essa teoria.
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Entrevista com Jovem Homossexual (Fernando Miranda)
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Brad: Qual a sua idade?
Fernando: Vinte.
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Brad: Fernando, com que idade você começou a perceber que não gostava de meninas?
Fernando: Com doze para treze anos de idade, eu percebi que não sentia atraído por meninas. Com isso, concluí que a minha verdadeira atração era por meninos.
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Brad: Quem foi a primeira pessoa que você contou sobre a sua homossexualidade?
Fernando: Contei para uma suposta amiga. Logo depois ela contou para todo mundo. Ela se surpreendeu, mas infelizmente, ela contou para todos sem o meu concentimento.
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Brad: Com que idade foi a sua primeira relação homossexual?
Fernando: Dezesseis.
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Brad: Na maioria das vezes, as pessoas sentem remorso ao transar com pessoas do mesmo sexo. Você sentiu remorso?
Fernando: Não.
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Brad: Mesmo não gostando de mulheres, você já teve fantasias com mulheres?
Fernando: Não.
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Brad: Foi difícil contar para seus pais?
Fernando: Sim. De primeira instância, minha mãe reagiu bem, mas no dia seguinte ela chorou bastante. De todos os modos ela ficou do meu lado.
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Brad: Você se sente diferente perante a outros meninos que são heterossexuais?
Fernando: Não.
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Brad: Já sofreu preconceitos sérios por causa de sua condição sexual?
Fernando: Sim. Na rua não, mas dentro de casa. Meu irmão mais velho demorou para aceitar essa realidade.
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Brad: Com relação à homossexualidade, qual o seu maior medo?
Fernando: Não. Não consigo imaginar riscos.
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Brad: O que mais te atrái em um homem?
Fernando: Ah, eu gosto de tudo (tom engraçado).
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Brad: Com que frequência você pensa em sexo?
Fernando: Pouco.
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Brad: Você já traiu?
Fernando: Sinceramente, não.
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Brad: Você já foi traído?
Fernando: Não que eu saiba.
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Brad: Quem você acha que trái mais? O hetero ou o homo?
Fernando: Vale a indole de cada um. Não acho que a sexualidade seja a influência para tal ato.
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Brad: Como se sente ao levar uma cantada de uma mulher?
Fernando: Não sinto nada. Não me afeta muito. Depende da menina. Se for na "caretona" eu acho até chato, mas já pensei na possibilidade de sair com a menina. Não saí com a menina porque realmente não me atrái.
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Brad: Com que idade você teve o seu primeiro namorado?
Fernando: Quatorze.
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Brad: O que você acha do casamento gay?
Fernando: Os gays são pessoas comuns. Logos possuem necessidades como qualquer outra pessoa. Sexo, amor... E porque não o casamento? Acho que é necessário.
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Brad: Caso você tivesse um filho, como reagiria se descobrisse que ele possui tendência para a transsexualidade?
Fernando: Não tentaria empedir. Iria apoiá-lo, mas conversaria com ele antes para saber se realmente é isso que ele gostaria para vida dele.
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Brad: Você acha que um negro sofre mais, menos ou tanto quanto preconceito a um homossexual?
Fernando: Gay.
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Brad: Você omitiria sua condição sexual em uma entrevista de emprego, e caso contratado, durante todo trabalho?
Fernando: Sim. Dependendo do trabalho sim.
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Brad: Existe algo correlacionado ao homossexualismo que você tenha se arrependido de ter feito?
Fernando: Sim. Sair com um gordinho (tom engraçado).
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Brad: Qual é o mais legal se ser gay?
Fernando: É ter a mente mais aberta para saber que o preconceito é ruim. Com isso, entendo melhor o mundo e não julgo antes de conhecer.
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Brad: Você se compara com uma mulher pelo fato de ser gay?
Fernando: Não. Sou homem como qualquer outro, e não me sinto mulher para chegar a tal ponto. Sou homem que deseja outro homem e mais nada.
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Rio de Janeiro, 10 de julho de 2010.